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COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO: a democratização do processo avaliativo e do Ensino Superior

O processo de avaliação institucional do Ensino Superior avançou no sentido de democratização das práticas avaliativas possibilitando às Instituições um conhecimento de sua potencialidade, ao mesmo tempo que determinou uma revisão das práticas, princípios, objetivos e missão frente às novas demandas do ensino, da formação para a cidadania e do próprio mercado .

A primeira etapa do processo avaliativo conclamou a Instituição a ser agente participativa na elaboração e construção dos marcos referenciais de sua atuação frente à educação superior. A responsabilidade de traçar sua identidade tornou-se o ponto principal desta fase e, como elemento norteador para esse princípio, a convocação de toda a comunidade acadêmica e da sociedade no geral para participar na instrumentalização do eixo avaliativo através da formação da Comissão Própria de Avaliação.

A Instituição da Comissão Própria de Avaliação foi o marco da democratização da proposta deste novo processo de avaliação. A possibilidade de estruturação das dimensões avaliativas a partir da realidade institucional, contando com os agentes que dela fazem parte, direta ou indiretamente, possibilitou uma reavaliação não apenas da Instituição, mas, sobretudo, do entorno em que a mesma se localiza.

Norteando-se nos documentos básicos oferecidos pelo INEP, a Comissão Própria de Avaliação conduziu de forma autônoma o processo avaliativo, construindo junto com a comunidade os referenciais necessários para a auto-avaliação.

Sem sombra de dúvida, o novo modelo avaliativo possibilitou a revisão dos pontos susceptíveis de mudança na Instituição, contribuindo de forma democrática para descrever sua identidade, facilitando seu comprometimento com as novas políticas educacionais e permitindo uma maior inserção no entorno social em que se localiza.

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